domingo, julho 03, 2011

por vezes (tantas)

não sei que dizer-te

oh deus

nem como louvar-te

ou o que ansear

de ti para mim

de mim para ti


e em silêncio fico

oh meu deus

em silêncio oro

como se respirasse

por ti clamasse

em ti clamasse

sem estertor


Nota: como é veraneante hábito, suspende-se aqui este palavrear; se o silêncio maior não me vier cobrir com a sua asa, regressa-se no início de Outubro.

Até lá, bons voos e jornadas.